Conversa, no fim do dia de domingo, depois de termos desmarcado, um almoço, com a Catarina Maia, mãe número dois, e a miúda ter ido para a praia, com três amigas minhas e seus filhos.
- Sabes, encontrei a mãe, numero dois, na praia.- diz a miúda.
- A sério? Pensava que estava no Algarve.- comento eu.
- Pois está. Eu estou com mentirinhas. - responde a sorrir, divertida.
Frequentemente, surpreendo-me, com a velocidade com que a Eliana, entra num mundo imaginário. A maior parte das vezes, pega num livro e finge que lê.
- A sério? Pensava que estava no Algarve.- comento eu.
- Pois está. Eu estou com mentirinhas. - responde a sorrir, divertida.
Frequentemente, surpreendo-me, com a velocidade com que a Eliana, entra num mundo imaginário. A maior parte das vezes, pega num livro e finge que lê.
Mas também acontecer, na sala de espera do gabinete de enfermagem, enquanto esperamos a nossa vez, para o tratamento injectável, começar a relatar, sozinha, uma qualquer história sobre duas coisinhas que encontrou numa mesa ou, aqui em casa na varanda, estar na piscina a rir e a conversar com uma amiga, sobre quem consegue mergulhar, mais fundo, numa piscina de plástico com dois dedos de água.
Então, fico a pensar, quanto precoce pode ter sido este comportamento de recurso à imaginação para lidar, com tenacidade, contra a adversidade e como pode, a imaginação, servir para preservar a alegria e a vontade de viver.
Muito espantoso. Vida abençoada, esta minha vida, que tanto aprendo com esta miúda.
Então, fico a pensar, quanto precoce pode ter sido este comportamento de recurso à imaginação para lidar, com tenacidade, contra a adversidade e como pode, a imaginação, servir para preservar a alegria e a vontade de viver.
Muito espantoso. Vida abençoada, esta minha vida, que tanto aprendo com esta miúda.

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