Uma criança, de seis anos, cresce entre dois mundos, chegou a falar balanta e, agora, já só fala português e algum crioulo da Guiné Bissau.
Chama mãe, a quem, aqui em Portugal, a está a cuidar na ausência dos pais, mas sabe muito bem quem são os seus pais e irmãos na GuinÉ Bissau e, quase todas as semanas, fala com eles quando a internet o permite ou recebe fotos da família desde a tabanca de seus pais.
Hoje mesmo, nas suas brincadeiras, entre outras coisas, imaginou-se com dezoito anos, já casada e com filhos, a visitar a mãe portuguesa e a mãe guineense, brincadeira que só interrompeu quando foi tempo de sair .
Na rua, encontrei-a a saltitar, no passeio, d com ar feliz.
Nos cabelos, quando a fotografei, prendeu-me o olhar um delicioso pormenor do cabelo, com o laço branco de seda, tão europeu a apanhar umas tranças cheias de contas, tão africanas.
Chama mãe, a quem, aqui em Portugal, a está a cuidar na ausência dos pais, mas sabe muito bem quem são os seus pais e irmãos na GuinÉ Bissau e, quase todas as semanas, fala com eles quando a internet o permite ou recebe fotos da família desde a tabanca de seus pais.
Hoje mesmo, nas suas brincadeiras, entre outras coisas, imaginou-se com dezoito anos, já casada e com filhos, a visitar a mãe portuguesa e a mãe guineense, brincadeira que só interrompeu quando foi tempo de sair .
Na rua, encontrei-a a saltitar, no passeio, d com ar feliz.
Nos cabelos, quando a fotografei, prendeu-me o olhar um delicioso pormenor do cabelo, com o laço branco de seda, tão europeu a apanhar umas tranças cheias de contas, tão africanas.


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