- Posso beber? Onde diz pêra? - e olha para a garrafa do sumo que eu bebo a tentar ler “pêra”.
- Aqui não diz pêra! - explico eu - Diz pêra, em francês “POIRE”! É francês.
- Ah! pois! - e ela bebe um gole de sumo, comentando, imediatamente, o gosto do sumo.
- Sabe a francês!
E eu, oiço, começando, imediatamente, a rir com as coisas que ela inventa.
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